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Audatia Nexus
Para quem · Empresas que vendem para empresas

Agência de geração de leads B2B

Lead não é formulário preenchido. É empresa com problema, com orçamento e com pressa, que chegou até você porque estava procurando o que você vende.

A gente monta e opera a estrutura que faz isso acontecer de forma previsível: busca, anúncio, páginas, roteamento e medição — com a origem de cada contato registrada do clique ao pedido.

  • Google Ads e SEO
  • Contato direto no seu CRM
  • Origem registrada

"Quantos leads vocês entregam por mês?"

É a primeira pergunta de quase toda reunião. E é a pergunta errada — qualquer número que respondêssemos seria risco vendido como garantia.

Volume de lead é o indicador mais fácil de manipular em marketing digital. Basta alargar: tirar as palavras negativas, incluir termos genéricos, aceitar formulário sem telefone, abrir a região. O número sobe na semana seguinte e o painel fica lindo.

Aí acontece o de sempre: o seu vendedor passa a semana filtrando estudante, curioso e concorrente sondando preço. Em dois meses ele para de atender contato novo, porque aprendeu que não presta. Em três, a conta morre — com o relatório no auge.

Quem é contratado por volume otimiza por volume. É por isso que a gente não trabalha assim.

O que a gente mede no lugar

  • Oportunidades reais

    Quantos contatos viraram conversa de verdade: orçamento aberto, visita técnica, cotação. É o único número que o seu vendedor reconhece como trabalho.

  • Custo por oportunidade

    Anúncio mais serviço, dividido pelas oportunidades reais. Comparado ao valor de um pedido médio, responde a única pergunta que importa: a conta fecha?

  • A origem de cada uma

    Qual termo, qual página, qual canal. É o que permite mover verba com critério em vez de aumentar tudo por igual.

  • Velocidade de resposta

    Quanto tempo o seu time leva para responder. Parece fora do nosso escopo e é, com frequência, a maior alavanca disponível — oportunidade que espera três dias vira oportunidade do concorrente.

A estrutura, peça por peça

Cada peça depende da anterior. É por isso que a ordem importa mais do que a escolha de ferramenta.

  1. O vocabulário real do comprador

    O que o seu cliente digita — não o que o seu catálogo chama. Aplicação, sintoma, norma, marca a substituir, código do concorrente. Daqui sai a estrutura de tudo.

  2. As páginas que respondem

    Uma por intenção: linha de produto, aplicação, dor, região. Rápidas, com conteúdo que explica e um caminho óbvio para o contato.

  3. A captação

    Google Ads na rede de pesquisa para a intenção de fundo e SEO para ocupar a busca de forma permanente. Um traz movimento mais cedo, o outro não para quando a verba para.

  4. O roteamento

    O contato cai onde o comercial realmente olha, com notificação e a origem registrada no mesmo lugar. Nenhum lead depende de alguém lembrar de abrir uma caixa.

  5. A medição ponta a ponta

    Configurada para ligar o clique ao contato e o contato ao pedido. Sem isso não existe custo por oportunidade — existe palpite.

  6. A leitura mensal

    Relatório na linguagem do seu negócio e uma reunião para decidir o próximo passo, com o seu retorno sobre quais contatos prestaram.

Funciona melhor quando…

O que importa não é o setor, é como a sua venda acontece.

  • A compra é procurada

    O seu cliente pesquisa a solução antes de comprar — por produto, aplicação ou problema. Onde a demanda não existe na busca, o caminho é prospecção ativa.

  • O pedido vale a pena

    Em B2B o clique é caro e o volume é baixo. A conta fecha quando um pedido vale o bastante para justificar dezenas de cliques até ele. Ticket baixo com clique caro a gente avisa antes.

  • Alguém atende rápido

    Não precisa de time grande — precisa de alguém com a responsabilidade de responder no mesmo dia. Onde isso não existe, resolvemos o roteamento antes de ligar a mídia.

  • A venda é consultiva

    Com cotação, especificação e mais de uma pessoa decidindo. Venda por impulso, de massa e de baixo valor é outro jogo — e não é o nosso.

Perguntas frequentes

Vocês trabalham por comissão ou por lead?

Não. Cobramos pelo serviço, e a verba de anúncio é paga direto por você, na sua conta, sem comissão nossa. Pagamento por lead cria o incentivo errado — quem ganha por volume otimiza por volume, e quem paga essa conta é o seu comercial.

Já tenho CRM. Dá para integrar?

Sim, e é o cenário preferido: o contato chega direto no CRM com a origem registrada. Não ter CRM também não impede nada — a maior parte das empresas que atendemos não tinha um quando começou.

E se os leads chegarem ruins?

Isso é informação, não fracasso — desde que chegue até nós. Toda campanha nova começa mais larga e vai estreitando; você diz quais contatos prestaram e a gente ajusta termo, negativação e página em cima disso.

Vocês atendem fora do meu setor?

O critério é o tipo de venda, não o setor. Temos mais estrada em indústria e canal técnico, mas atendemos qualquer empresa cuja venda seja procurada no Google, com ciclo consultivo e ticket que pague o clique.

Atendem B2C?

Quando a compra é cara e pesquisada — energia solar residencial é o exemplo clássico. Varejo de massa, ticket baixo e compra por impulso não fecham a conta, e a gente diz isso na primeira conversa em vez de aceitar e frustrar depois.

Vamos fazer a conta com os seus números

Quanto vale um pedido, quantos pedidos a mais fariam diferença e o que o seu mercado movimenta na busca hoje. Com esses três números a conversa deixa de ser sobre promessa e passa a ser sobre viabilidade.