Agência de marketing industrial
A maioria das agências chega na indústria e propõe post. Nós perguntamos a faixa de medição, a norma que o produto atende e quem é o concorrente na cotação.
Viemos de dentro de fabricante: quatro anos fazendo marketing para a fábrica e depois para a rede de distribuidores. Sabemos que o seu cliente não compra por anúncio bonito — compra depois de pesquisar, especificar e cotar.
- Fabricante, distribuidor e representante
- Palavra técnica, não genérica
- Campanha que respeita a sua rede
A cotação que nunca chegou
A sua empresa cresceu por indicação, feira e representante. Funciona — até o mês em que o representante sai, a feira é fraca ou o cliente antigo troca de fornecedor.
Enquanto isso, do outro lado, o comprador mudou. Antes de abrir cotação, ele pesquisa: o nome da peça, a norma, a aplicação, o problema que precisa resolver. A lista de quem vai cotar sai do que ele encontra ali.
Quem não aparece nessa hora não perde no preço. Não chega a ser convidado a dar preço. É a perda mais cara que existe e a única que não aparece em lugar nenhum: não há proposta recusada para analisar, porque a cotação nunca chegou.
Serve bem para você se…
Você fabrica
Indústria de transformação com equipe enxuta, em que o dono ou o diretor ainda decide e conhece o produto melhor que ninguém.
Você distribui ou representa
Distribuidor, importador, revenda técnica e representante comercial de linha técnica — onde a disputa por aparecer na busca costuma ser menor do que parece.
Você presta serviço para indústria
Engenharia, calibração e metrologia, manutenção industrial, automação, segurança do trabalho, EPI, logística. Mesmo comprador, mesma lógica de busca.
A sua venda é cotada
Passa por especificação, por mais de uma pessoa e por orçamento formal. É exatamente o terreno onde esse trabalho rende.
"Meu produto é técnico demais, ninguém procura isso"
É a frase que mais ouvimos — e ela esconde uma boa notícia.
É verdade que o volume é pequeno. Um termo industrial específico pode ter algumas dezenas de buscas por mês, contra centenas de milhares de um produto de consumo. Só que quem digita o código de uma peça, o nome de uma norma ou "qual sensor usar em [aplicação]" está comprando. Não é curioso, não é estudante: é alguém com uma máquina parada ou uma especificação na mesa.
E o volume baixo tem um bônus: pouca concorrência. É muito mais fácil ocupar o topo de uma busca que só o seu mercado faz do que disputar uma palavra genérica com o país inteiro.
O trabalho, então, é descobrir o que o comprador realmente digita — que quase nunca é o nome do seu catálogo. Ele busca pela aplicação, pelo sintoma, pela marca que precisa substituir ou pelo código do concorrente. Esse levantamento a gente faz antes de qualquer proposta, e te mostra o número.
Como a gente trabalha a sua conta
Entendemos o produto
Sentamos com você ou com o seu engenheiro: ficha técnica, aplicação, norma, quem é o concorrente na cotação. Não pedimos "material de apoio" por e-mail e sumimos.
Arrumamos a base
Site rápido, uma página por linha de produto e por aplicação, formulário e WhatsApp funcionando, rastreamento ligado. Se o seu site já serve, a gente só corrige o que falta.
Ligamos a captação
Google Ads nos termos de fundo — produto, código, aplicação, "onde comprar" — com negativação contínua, e SEO nas páginas de produto para o longo prazo.
Medimos e ajustamos
Cada contato chega com a origem. Todo mês você diz quais viraram cotação e a gente ajusta termo, anúncio e página em cima disso.
Campanha que não briga com a sua rede
Este é o detalhe que quase nenhuma agência enxerga e que costuma matar o projeto no terceiro mês.
Se você vende por distribuidor ou por representante, uma campanha mal desenhada coloca a fábrica disputando o mesmo clique que o canal — encarecendo o leilão para os dois. Pior: o contato que chega direto na fábrica pode ser o cliente que já é atendido por um representante, e a conversa interna fica ruim.
O desenho certo depende do seu modelo. Pode ser separar por região, dividir o que é institucional do que é produto, encaminhar o contato ao canal com a origem preservada, ou disputar só os termos que o canal não trabalha. Não existe resposta padrão — existe a pergunta certa, feita antes de subir a campanha.
Perguntas de quem vende produto técnico
Em quanto tempo aparece pedido de cotação?
A busca paga costuma mostrar movimento mais cedo, porque pega quem já está procurando; o SEO leva meses e não para quando a verba para. Mas prazo fechado a gente não dá: o que decide é o tamanho do mercado de busca do seu produto, e isso a gente levanta e te mostra antes de qualquer proposta.
Meu ciclo de venda é longo. Atrapalha?
Atrapalha quem promete conversão rápida. Para nós, muda o que se mede: o marco é a cotação aberta, não o contrato assinado, e o rastreamento precisa ligar o clique de hoje ao pedido de daqui a quatro meses. Venda técnica é assim mesmo.
Vocês cuidam do meu catálogo e das fichas técnicas?
Transformamos o conteúdo técnico que você já tem em páginas que o Google entende e o comprador lê: aplicação, especificação, compatibilidade, dúvida comum. O que não fazemos é inventar informação de engenharia — a validação técnica é sempre sua.
E se eu vendo só por representante?
Dá para trabalhar, e é um caso que conhecemos bem. O objetivo passa a ser gerar demanda que chega ao canal sem a fábrica competir com ele. Conversamos sobre o seu modelo antes de desenhar qualquer campanha.
Meu concorrente já anuncia. Ainda vale entrar?
Vale, e é um bom sinal: significa que existe demanda na busca e que você está fora da lista de cotação dele. O desenho precisa ser mais fino — termos de fundo, negativação firme e página alinhada a cada termo, em vez de disputar o genérico no grito.
Vamos olhar o que o seu mercado movimenta na busca
Você traz o produto, a aplicação e quanto vale um pedido médio. A gente traz o volume de busca real dos termos do seu setor, na sua região, e quanto custa aparecer. Sem custo e sem compromisso.
